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Silly Bandz

Eu não sou muito chegada a acessórios.
Apesar de ter desenhado uma escrivaninha tendo uma gaveta especial com divisórias para pulseiras, brincos, pingentes, anéis, alargadores e colares (estes, sempre se embolando… aiai), são poucas as vezes que eu a abro e fico pensando em algo pra combinar com a roupa que eu estou usando. Porque o que eu gosto mesmo é de colocar várias pulseiras ao mesmo tempo, usar sempre as mesmas correntinhas no pescoço, ficar com os mesmos brincos de sempre nos meus 5 furos e comprar anéis só pra postar no facebook.

Já usei muitas daquelas pulseirinhas de praia, pulseiras roubadas e pulseiras aleatórias; tudo se amontoando no meu fino pulso esquerdo (porque no direito incomoda pra escrever). Já fiz até post sobre o assunto aqui no TRANSY’s.

Então é quase certo que todo mundo que lê blogs já ouviu falar na minha mais nova paixão: as Silly Bandz (mas tem mt gente que nunca viu também, é muito divertido tirar do pulso e mostrar); Pra que não conhece, as Silly Bandz são pulseiras de borracha coloridas com diferentes formatos, como coroa, unicórnio etc que ficam assim no pulso:


[1] waiting on the world to change [2] IMAG0366

mas quando você as tira, elas tornam a sua forma original, nunca se deformando. Ou seja, você pode esticar até a morte que a coroa ou o unicórnio ou o que quer que seja vai sempre voltar a sua forma.

A boa notícia é que aqui no Brasil existe a tá tá tá Crazy Elásticos: Por exatamente 6 reais em qualquer Lojas Americanas você pode adquirir a sua. Heheh Por enquanto aqui só tem de Insetos, Bichos, Fantasia (eu tenho!), Gostosuras, Esportes Radicais, Princesas (eu tenho!), Aquáticos, Dinossauros e Rock’n’Roll, mas nos EUA, por exemplo, existe até do Farmville! euehueh Cada pacote vem com 6 pares de elásticos de cores e formas diferentes.

E pra você que pensa que isso é coisa de baby (tá… talvez seja, mas enfim…), algumas inspirations do povo do LOOKBOOK pra usteds:

[1] Laundry Chic [2] Home Chill

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outras pessoas já falaram da Silly Bandz também – como aqui e aqui.

se você gosta dessa overdose de pulseiras, sejam elas SB ou não, tem alguns posts inspirações aqui aqui aqui

i’m back

Voltei. É meio estranho falar isso prum quadro em branco. Mas voltei. E reabilitei os comentários. Trocarei o template futuramente, porque esse fundo me dá nos nervos.

E sabe o que mais voltou? SKINS meu assunto preferido no mundo inteiro. tá, só Skins (ps: o que é skins?).

Na verdade, tecnicamente começou, porque agora é uma versão americana! Simm, a MTV comprou os direitos pra produzir a série em good morning Baltimore.

Cadie (antiga Cassie)-Stanley (Sid)-Michelle-Chris-Tony-Daisy (Jal)-Tea (ex-Maxxie)-Abbud (Anwar)

estreou ontem, dia 17, nos States – mas já dá pra achar nas comunidades da série pra baixar sem legenda (o que não vai fazer muita diferença, caso vc não seja 1000 no inglês, porque as falas do primeiro ep são quase todas iguais ao do primeiro britânico). ps: tem online também, mas acho que ocorre do pessuar do território brasileiro não poder assitir…

E, antes que alguém reclame, porque sempre tem gente que reclama, as séries não serão iguais. O primeiro episódio americano será bem parecido com o original, mas, com o passar do tempo, tudo tomará rumos diferentes.

Diferente da versão inglesa, eu não me apaixonei de cara pelo Chris. Quem eu gostei messssmo foi a Tea.

Deixe-me explicar que no original existia o Maxxie, que era gay, e seu melhor amigo Anwar, que era indiano; o que acabava criando todo um conflito a ver com religião etc. Agora, existe A Chá Tea, que é lésbica, e seu melhor amigo, Abbud (qual era o nome do macaquin do Aladdin mesmo?), que é apaixonado por ela. Tá dá.

 pelo trailer deu pra perceber que ela usa umas roupas muito own.

Aliás, até agora, achei que todo mundo se veste melhor do que na série britânica.

Na verdade, não é se vestir melhor. É porque, na outra, todo mundo se veste bem diferente etc (já vimos aqui)… Sei lá, eu achei esse mais “real”. Deixa vir mais uns eps e com certeza vai rolar um post falando das roupas hihihih ♥♥♥

pronto. é isso galere :) aproveita que ainda tá no início e o próximo ep é sobre a Tea (olha o  trailer)

TEXTO 4 (ele ela)

Então ele a encontrou:

seu corpo estava ali -porque ele não saberia dizer se ela, de fato, estava; escondida e encolhida, seu cabelo bagunçado e disfarçado num mal feito coque. Ela apenas apoiava seu corpo na parede e seu braço, o que não estava entre a parede e o tronco, estava apoiado em seu joelho, amassando seu vestido amarelo (que antes se destacava no meio da festa). Ele notou que em sua mão havia um copo de cerveja, era tão grande que deixava sua mão semiaberta quando segurava-o. Ela havia bebido. E muito.

Seu olhar não se mexera para encará-lo, na verdade, ele nem saberia dizer se ela o vira chegar: o rosto esteve o tempo todo apoiado naquela suja parede enquanto o olhar acompanhava fitando o nada. Seus olhos, que carregavam aquele algo perdido, estavam borrados do antes impecável delineador, e sua boca já não tinha um tom natural.

Sem hesitar, mas com cautela, ele deslizou as costas naquela parede verde-imunda, sentando-se de perfil para ela. Não precisou olhá-la para saber que não movera o olhar.

Pelo menos agora saberia que ele estava ali.

Apesar de lá fora tocar Yesterday dos Beatles, anunciando o fim da festa, junto às gargalhadas de quem ainda se divertiria depois dela, o silêncio estava congelante ali. Sua vontade de pegar o cigarro solitário no bolso de seu casaco e se encolher para fumar era grande. Ele precisava disso. Mas não podia agora, pelo menos um momento do dia não ia foder tudo. Agora não.

– Eu… – ele ensaiou enquanto direcionava a cabeça nela.

– Como está ela? – ela o cortou olhando, mesmo que por segundos, seu queixo.

– A gente terminou – ele enfim respondeu -depois de hesitar um pouco- soltando a respiração que não percebera que havia prendido. Ela não queria conversar.

Ela permanecia em um pensamento vago, parecia que um filme do seu dia se repetia pela sua cabeça. Droga, droga, DROGA! Sua cabeça explodia, tudo que ela queria era abraçá-lo e dizer que precisava dele e que não se importava com o que acontecera, perdoava-o. Mas não podia; precisou ser forte para, ao vê-lo aproximar sua cabeça, bufar em cima de sua boca e, com certa dificuldade, levantar-se com seu copo. Ela não poderia se permitir, não de novo.

Ele via seu corpo indo embora e sorriu. Um sorriso melancólico. Sempre achava que ela ficava engraçadinha quando bêbada, sua bochecha ficava vermelha e seu caminhar ficava mais… sexy. Então se lembrou de tudo e o sorriso se desmanchou. A música, que agora estava acabando, lhe parecia tão perfeita agora. Ele tinha fodido tudo.

 

pt. 6

as últimas melhores fotos dos meu vi.zualise.us
parte I – parte II – parte III – parte IVparte V

 

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TEXTO 3 (Bicycle Runner)


84: bicycle runner

Depreciava-se. Estava tudo tão parado. Apoiava a mão sobre o queixo na esperança de que a dor do sustento pudesse trazer alguma mudança. Não trouxe.

Do outro lado do vidro, alguns metros abaixo de onde estava, podia ver dois garotos -seus vizinhos- empurrando suas bicicletas. Aquela era a única que conseguira prender sua atenção, porque ela nunca aprendera. Nunca aprendera a andar de bicicleta. Os primeiros tombos que levara a fizeram desistir. Todo verão prometia a mesma coisa e nunca aprendia a pedalar.

Abri a porta do meu armário. Era vergonhoso; ela ainda estava nova.

Meu pai me dera há dois natais: “pra você sair um pouco ao ar livre” e eu disfarcei minha frustração com um sorriso simpático. Sempre fora boa nisso.

Provavelmente o pai não sabia que ela permanecia intacta.

 

tanto a foto quanto a imagem eu já tinha postado no meu flickr, dá uma olhada lá ;) — o texto é de uma personagem chamada Amanda duma história que não tem título ainda (só o título em inglês, mas eu tou nacionalista e o quero em português), mas que eu escrevo há um bom tempo. É capaz de, de vez em quando, aparecer alguns personagens aleatórios dela.

Desativei os comentários

Antigamente eu entrava em 500 mil blogs (meu google reader ultrapassou as 200 assinaturas, juro!); Hoje em dia eu não tenho muito saco pra isso, e só tenho entrado no justlia.com.br, garotasestupidas.com e depoisdosquinze.com (todos que vcs já ouviram falar). Mas hoje eu passei a tarde inteira apaixonada por um blog que eu já conhecia há um tempinho -e vcs não vão acreditar- o blog da Maria Filó (a loja!):

Provavelmente vocês vão imaginar que o blog é um saco que deve o tempo todo achar brecha pra fazer propaganda da coleção, mas não é. Nele são postados assuntos variados, como textinhos delícia, dicas de música e cinema, coisas sobre maquiagem, dicas de sites e, o meu preferido, uma sessão chamada Olho Mágico que elas postam as casas do pessoal da equipe MF. Só esse último faz valer toda a pena, tem cada decoração liiiiiiiinda, dá pra tirar altas inspirações.

TEXTO 2

35. 35 quilos. É, eu peso trinta e cinco quilos. Desculpe se estou parecendo grossa, de verdade não foi a intenção. Mas você também não se preocupou comigo quando perguntou isso, ou se preocupou? Seja sincera, você pergunta isso a um gordinho? Então porque comigo é diferente? E eu podia ter sido pior: poderia ter inventado uma história, dizendo que eu tive transtornos alimentícios há dois anos.  Seria mais constrangedor, né? Ou que estou há três dias sem comer. Como você lidaria? Mas, na verdade, essa raiva que eu senti com a sua pergunta não foi simplesmente pelos quantos quilos eu não tenho. Isso já ultrapassou a questão. Essa raiva vem da falta de aceitação para o diferente; Se a pessoa quer pintar o cabelo de verde ou fazer artes ou se vestir que nem homem, isso, bem, isso é problema dela, não é? Então para com isso, por favor, eu não tou com muita paciência pra dizer as coisas que você pode ler em qualquer livro de auto-ajuda. E é claro que eu não peso trinta e cinco quilos.

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